Bárbara Evans compartilha sua batalha contra a dependência de medicamentos para o sono após anos de uso

Atenção: o conteúdo a seguir aborda temas sensíveis e pode desencadear gatilhos relacionados à ansiedade, depressão e suicídio. Reconhecer os sinais de alerta em si ou em pessoas próximas é fundamental. Caso você ou alguém que você conheça precise de ajuda, busque apoio profissional, como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) disponíveis em sua região. O CVV oferece atendimento 24 horas por dia, inclusive em feriados, através do telefone 188, além de suporte via e-mail e chat, com mais de 120 postos espalhados pelo Brasil.

A atriz e modelo Bárbara Evans decidiu compartilhar um capítulo delicado de sua vida nas redes sociais. Na quarta-feira (29/4), ela revelou sua luta para se libertar da dependência de um medicamento indutor do sono. Em seu relato, a artista mencionou que tem enfrentado dificuldades neste processo de redução.

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Bárbara Evans e o filho, AntônioFoto: Instagram/@barbaraevans22
Bárbara EvansReprodução: LeoDiasTV
Bárbara EvansReprodução: Instagram/@barbaraevans22
Casamento de Bárbara EvansReprodução: Instagram/Lucas Lima
Festa da filha de Bárbara EvansFoto: Instagram

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Bárbara revelou que sua dependência do medicamento para dormir se estendeu por aproximadamente cinco anos, período em que não tinha total consciência dos efeitos prejudiciais que isso poderia acarretar a longo prazo. Com o passar do tempo, ela começou a perceber as consequências do uso contínuo e decidiu buscar assistência médica para interromper essa prática. “Eu não conseguia dormir sem o clonazepam. Dois miligramas, se não me engano, é a dose mais alta. Isso já faz cerca de cinco ou seis anos. Eu não sabia que ele fazia tanto mal ao longo do tempo”, explicou.

No momento, a artista está sob acompanhamento profissional na área da saúde mental, incluindo consultas com psiquiatra e psicóloga. O plano é diminuir gradualmente a medicação e considerar alternativas como o canabidiol (CBD) para ajudar no sono durante essa fase de transição: “Não sei explicar por quê; quer dizer, até sei que é Deus, mas durante minhas gestações consegui ficar sem o remédio. Porém, assim que terminei de amamentar voltei a usá-lo porque não conseguia dormir devido à preocupação com meus filhos; tenho três”, compartilhou.

Bárbara também comentou sobre os avanços obtidos até agora no tratamento, afirmando ter reduzido consideravelmente a dosagem consumida – de um comprimido inteiro para uma fração bem menor da quantidade original. Apesar desse progresso, ela admite que o caminho ainda apresenta desafios e flutuações.

A influenciadora enfatizou seu desejo de alertar outras pessoas sobre os perigos associados ao uso descontrolado destes medicamentos sem supervisão médica adequada: “Hoje meu vídeo é para aqueles que utilizam esta medicação; procurem ajuda! Ela pode causar sérios problemas à saúde a longo prazo, como Alzheimer precoce entre outros riscos. Portanto, pesquisem e consultem um médico para encontrar cura como eu estou buscando”, ressaltou. Além disso, reforçou a relevância do acompanhamento médico durante esse processo difícil.

O clonazepam pertence à classe dos benzodiazepínicos e possui efeito sedativo no sistema nervoso central, sendo indicado principalmente para tratar crises de ansiedade, transtornos do pânico e epilepsia além de algumas questões relacionadas ao sono. Seu uso deve ser feito exclusivamente sob prescrição médica, preferencialmente por um intervalo curto e em conformidade com as orientações profissionais quanto à dosagem.

By Noticias de Fortaleza

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