Jornalista do “Mais Você” compartilha experiências após incidente com PMMA no nariz

Juliane Massaoka, repórter do programa “Mais Você”, atualizou seus seguidores sobre sua recuperação após complicações relacionadas ao PMMA em seu nariz. O assunto ganhou destaque quando a jornalista contou que havia descoberto a presença da substância quase 20 anos após realizar uma rinoplastia. Em uma postagem no Instagram na quarta-feira, 24 de junho, ela explicou a razão pela qual sua ponta nasal estava avermelhada.

A repórter esclareceu que o aspecto avermelhado não é um sinal de piora em sua condição, mas sim o resultado do uso de adesivos hidrocolóides aplicados sobre uma ferida que ainda está cicatrizando. Com bom humor, Juliane mencionou que os curativos têm formatos de estrelas e corações, o que pode dar a impressão de que seu nariz está mais vermelho do que realmente está.

Confira as imagens

Juliane Massaoka quase perdeu o nariz após aplicação não autorizada de PMMA em 2007Reprodução: Globo
Juliane Massaoka comentou que "poderia ficar irreconhecível" devido a um erro médicoReprodução: Instagram/@julianemassaoka
Juliane Massaoka durante o programa "Mais Você", da GloboReprodução: Instagram/@julianemassaoka
Juliane Massaoka ao lado de Ana Maria BragaReprodução: Instagram/@julianemassaoka
Juliane Massaoka no programa "Mais Você", da GloboReprodução: Instagram/@julianemassaoka

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Recentemente, Juliane revelou ter retomado sessões em uma câmara hiperbárica após os médicos constatarem que uma infecção na área afetada ainda não havia sido totalmente erradicada. A jornalista se recupera desde abril, quando passou por uma cirurgia delicada para remover o PMMA encontrado durante um procedimento originalmente destinado apenas à correção do desvio do septo nasal.

A comunicadora afirmou que os profissionais da saúde acreditavam que a ferida estava prestes a cicatrizar completamente, permitindo assim o início de um novo estágio do tratamento. Contudo, novos exames indicaram que a infecção persistia ativa, exigindo que Juliane retornasse a uma rotina intensa de cuidados médicos.

“É isso mesmo, persistência, paciência e sempre manter o bom humor, pois preciso lembrar constantemente que quase perdi meu nariz completamente”, desabafou. Ela explicou que houve risco real de necrose após a cirurgia realizada no início de abril. O material permanente foi utilizado durante um procedimento realizado anos atrás, em 2007, sem seu conhecimento ou autorização. Na época, ela tinha apenas 16 anos.

Desde que tornou pública sua situação, Juliane tem compartilhado informações sobre os perigos associados ao uso do PMMA e tem solicitado maior transparência e fiscalização nos procedimentos estéticos. Ela também relatou ter recebido mensagens de outras pessoas afetadas pelo mesmo material.

By Noticias de Fortaleza

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